
Eles "andem" aí...
25.2.09

E isto é a grande lição do mês para a menina Rafaela.
No domingo à noite tive o meu primeiro encontro com um protótipo do sexo oposto. Tínhamo-nos conhecido há semanas atrás através da Patrícia que mesmo sem conhecer ninguém em Milão fez logo amizades no shuttle do aeroporto.
E parece que ele após ter-me conhecido, pediu-lhe o meu número. Até que me convidou para sairmos.
Bom conversador, simpático, braços bonitos, foi uma noite agradável...
...até ao momento em que no final da noite comentou que tinha saído de uma relação importante há cinco meses...ao que eu acrescentei imediatamente: "e eu há quatro". Houve um silêncio de alguns segundos, um tanto constrangedor e não me lembro de mais nada. Na despedida não houve beijo, mas houve toque de mão.
Passaram-se três dias e ele (ainda) não ligou mas também não estou muito preocupada.
Não estou preparada para entrar numa relação. Mas foi uma óptima experiência para eu perceber que ainda existem homens que me consideram charmosa e interessante e que eles andam por aí. E só isso deixou-me feliz para o resto da semana.
E parece que ele após ter-me conhecido, pediu-lhe o meu número. Até que me convidou para sairmos.
Bom conversador, simpático, braços bonitos, foi uma noite agradável...
...até ao momento em que no final da noite comentou que tinha saído de uma relação importante há cinco meses...ao que eu acrescentei imediatamente: "e eu há quatro". Houve um silêncio de alguns segundos, um tanto constrangedor e não me lembro de mais nada. Na despedida não houve beijo, mas houve toque de mão.
Passaram-se três dias e ele (ainda) não ligou mas também não estou muito preocupada.
Não estou preparada para entrar numa relação. Mas foi uma óptima experiência para eu perceber que ainda existem homens que me consideram charmosa e interessante e que eles andam por aí. E só isso deixou-me feliz para o resto da semana.
Esqueceram-se dela?
23.2.09

Hoje a blogosfera enche-se de posts sobre a cerimónia dos óscares e principalmente sobre as fatiotas das meninas. Dei uma vista de olhos sobre os blogues amigos e a maior parte esqueceu-se da Alicia Keys.
Então não merece um destaque pelo uso fantástico desta cor? Kitty, o que dizes?
Então não merece um destaque pelo uso fantástico desta cor? Kitty, o que dizes?
Devia ter feito apostas a dinheiro
23.2.09

...Pois no dia 23 de Janeiro, disse aqui a minha opinião e acertei na mouche.
Portanto, parabéns Slumdog Millionaire, Sean Penn (já cá cantam 2 óscares, hein?), Kate Winslet, Heath Ledger, Penelope Cruz e Danny Boyle! Portaram-se todos muito bem! :)
Antonímia
19.2.09

Partir, ficar.
Resistir, desistir.
Chorar, sorrir.
Prisão, asas.
Resignar-me, suar para mudar.
Confiar, ceder à incredulidade.
Mandar para o alto o meu emprego,
candidatar-me para aquele que vi em Gibraltar.
Sentar-me no chão, arregaçar as mangas.
Jogar pelo seguro, arriscar tudo em busca do sonho.
Telefonar-lhe, fazer um voto de silêncio.
Sair com o 1º homem que me abordou desde que estou solteira,
apertar o cinto de castidade.
Sinto-me presa, pesada e cansada e ainda não consegui encontrar o meu equilíbrio.Resistir, desistir.
Chorar, sorrir.
Prisão, asas.
Resignar-me, suar para mudar.
Confiar, ceder à incredulidade.
Mandar para o alto o meu emprego,
candidatar-me para aquele que vi em Gibraltar.
Sentar-me no chão, arregaçar as mangas.
Jogar pelo seguro, arriscar tudo em busca do sonho.
Telefonar-lhe, fazer um voto de silêncio.
Sair com o 1º homem que me abordou desde que estou solteira,
apertar o cinto de castidade.
Trata-se indubitavelmente do período mais confuso da minha vida.
De há meses para cá acordo cada dia ensurdecida por antónimos e dilemas.
A cada dia que passa estas dúvidas perseguem-me e pesam-me.
De há meses para cá acordo cada dia ensurdecida por antónimos e dilemas.
A cada dia que passa estas dúvidas perseguem-me e pesam-me.
Não sou uma coitadinha, rio-me muito, divirto-me muito e até tenho feito mais coisas nestes últimos meses do que nos últimos dois anos. Mas no final das contas sabem a pouco.
Quero indigestões, não quero petiscos.
Para quando aquela felicidade que nos deixa idiotas?
O novo homem da minha vida
17.2.09

Depois do reinado de vários de anos de Josh Holloway (o Sawyer de Lost) como o meu sex-symbol preferido, eis que agora o lugar pertence ao queridíssimo Simon Baker.
É vê-lo na nova série "The Mentalist", um colaborador da Polícia que tem...um dom especial.
É vê-lo na nova série "The Mentalist", um colaborador da Polícia que tem...um dom especial.
Para além do dom de alegrar as minhas noites de Inverno, claro!
3 anos
16.2.09

Foi no dia 16 de Fevereiro de 2006 que cheguei a Milão para um semestre de Erasmus.
Tinha acabado de chegar do Brasil, onde tinha estagiado durante 3 meses. Estava bronzeadíssima e feliz da vida porque estava a acabar a licenciatura de Tradução e tinha à minha frente 6 meses de cadeiras extra-curriculares que iria frequentar só pelo prazer de aprender. Na altura estava numa relação com o B. que não me convencia totalmente. E não, não é só porque comete erros crassos a escrever e porque não sabe qual era a capital da Alemanha. (Berlim, B., é Berlim!!!!) Ele não era uma pessoa com ambições e aquilo fazia-me uma certa confusão. Resta-me o consolo de saber que talvez tenha sido provavelmente a pessoa que mais me amou até hoje.
Cheguei a Milão com uma sede enorme de viver e de aprender. Fiz bons amigos, viajei muito, aprendi uma língua e no final do verão de 2006 tinha-me tornado uma jovem de 22 anos muito interessante e com muito amor próprio.
Foi, sem dúvida, o primeiro passo para construir a minha vida profissional.
Cheguei a Milão com uma sede enorme de viver e de aprender. Fiz bons amigos, viajei muito, aprendi uma língua e no final do verão de 2006 tinha-me tornado uma jovem de 22 anos muito interessante e com muito amor próprio.
Foi, sem dúvida, o primeiro passo para construir a minha vida profissional.
Um bar em Milão
11.2.09
Debaixo da terra de Milão, o Spazio Fitzcarraldo aparece em vez dos banhos turcos ambicionados por Mussolini e assim nasce um bar, uma galeria e um showroom.
Espaço - Descendo da escadaria triunfal entramos na sombra, onde enorme s sofás acolhem a alternativa: a entrada para a galeria de arte do lado esquerdo ou então descer em direcção ao veludo negro. Abrindo as longas cortinas de tom vermelho-escuro, entramos num universo de luzes ténues. Apresenta-se-nos diante nós uma sala enorme com sofás em estilo barroco, étnico e luxuoso. As colunas cobertas de mosaicos sustêm a cúpula daquilo que teria sido um fantástico banho turco como Mussolini o projectara. Curvas e linhas subtis traduzem um erotismo latente, paredes com cascatas contínuas e brilhantes que adornam as cadeiras. E depois o balcão quilométrico que separa a área dos sofás e poltronas da zona wine bar...
Ambiente - Falo de um espaço multi-funcional, em que personalidades e actividades diversas se conjugam. Concebido como um espaço onde a música envolve sem ensurdecer, servem o melhor Rossini (sumo natural de morango com espumante) de toda a cidade. A estética marca a sua presença e assim, os numerosos sofás são protótipos de um autêntico showroom (são para venda), os candeeiros são design puro a observar e comprar e as telas são arte e não decoração. É fácil encontrar jovens artistas e trabalhadores saídos do trabalho num pequeno universo recheado de espontaneidade, entre música ambiente e cocktail na mão.
Estética - Hedonista e lânguido, entre os sussurros e os movimentos dançáveis, a beleza deste bar estimula a fantasia, os ritmos se confudem. Dizem que debaixo da terra o tempo abranda quando cai a noite e este é o lugar ideal para um aperitivo depois de sair do escritório, para nos sentirmos em casa com a ligação wireless e o nosso sofá preferido, acompanhado de um amigo ou circundado de estranhos, entre um público que ama a estética e o charme do ambiente, porque temos naturalmente necessidade de beleza.
Estética - Hedonista e lânguido, entre os sussurros e os movimentos dançáveis, a beleza deste bar estimula a fantasia, os ritmos se confudem. Dizem que debaixo da terra o tempo abranda quando cai a noite e este é o lugar ideal para um aperitivo depois de sair do escritório, para nos sentirmos em casa com a ligação wireless e o nosso sofá preferido, acompanhado de um amigo ou circundado de estranhos, entre um público que ama a estética e o charme do ambiente, porque temos naturalmente necessidade de beleza.
http://www.spaziofitzcarraldo.com/
Ando tão ocupada...
11.2.09

...e a trabalhar até tão tarde no escritório, que quando saio os supermercados já estão todos fechados.
Não me resta outra opção senão fazer compras no Esselunga On-line (o equivalente ao "Continente" português) e pedir-lhes que me venham trazer as comprinhas a casa naquela carrinha enorme amarela.
A mulher e o (des)amor
10.2.09

Gosto dela. É genuína nas entrevistas, diz "fuck" e ri às gargalhadas. Escolhe bons papéis e não faz filmes pipoca (pronto, o "The Holiday" é um bocadinho pipoca, mas qualquer mulher que se preze gosta de ver o Jude Law no ecrã). Foi nomeada 6 vezes para o Óscar (record para uma actriz da sua idade) e é aclamadíssima pela crítica.
Ainda assim...esperava melhor deste filme. Pareceu-me um tanto previsível, à excepção da cena final que é uma das mais brilhantes que vi nos últimos tempos.
Através de Hollywood todos sabemos mais ou menos como funcionavam as coisas nos anos 50 (O Sorriso de Mona Lisa, Mulheres Perfeitas, etc). Todos mostram que os problemas que existem agora entre os casais, também existiam há 50 anos atrás. A única diferença é que agora temos mais liberdade para prosseguir com um divórcio quando se está infeliz. E dantes as mulheres carregavam a sua cruz até ao final que o destino lhes reservara.
Eu tinha cerca de 16 anos quando me apercebi que na minha cidade de Portimão a taxa de suicídios estava a aumentar. Um facto estranho era quem escolhia (não sei se este será o verbo melhor) colocar termo à própria vida eram sempre homens. E os homens em questão matavam-se sempre pelo mesmo motivo: (des)amor.
Lembro-me que era mais crescida quando conversava com o meu pai e lhe dizia que nós mulheres somos mais fortes: sofremos sim e muito por amor, mas não nos matamos por um homem. Ele respondeu-me algo que ainda hoje ecoa em mim: "Está no vosso ADN sofrer por amor. É uma herança que tem vindo a ser transmitida ao longo dos tempos. Como estão habituadas a sofrer pelos homens desde sempre, aprendem a viver com isso."
Polémicas à parte, compreendo o que ele quer dizer. Somos resilientes. E por isso tenho prazer em ser mulher e caminho de cabeça erguida.
Ainda assim...esperava melhor deste filme. Pareceu-me um tanto previsível, à excepção da cena final que é uma das mais brilhantes que vi nos últimos tempos.
Através de Hollywood todos sabemos mais ou menos como funcionavam as coisas nos anos 50 (O Sorriso de Mona Lisa, Mulheres Perfeitas, etc). Todos mostram que os problemas que existem agora entre os casais, também existiam há 50 anos atrás. A única diferença é que agora temos mais liberdade para prosseguir com um divórcio quando se está infeliz. E dantes as mulheres carregavam a sua cruz até ao final que o destino lhes reservara.
Eu tinha cerca de 16 anos quando me apercebi que na minha cidade de Portimão a taxa de suicídios estava a aumentar. Um facto estranho era quem escolhia (não sei se este será o verbo melhor) colocar termo à própria vida eram sempre homens. E os homens em questão matavam-se sempre pelo mesmo motivo: (des)amor.
Lembro-me que era mais crescida quando conversava com o meu pai e lhe dizia que nós mulheres somos mais fortes: sofremos sim e muito por amor, mas não nos matamos por um homem. Ele respondeu-me algo que ainda hoje ecoa em mim: "Está no vosso ADN sofrer por amor. É uma herança que tem vindo a ser transmitida ao longo dos tempos. Como estão habituadas a sofrer pelos homens desde sempre, aprendem a viver com isso."
Polémicas à parte, compreendo o que ele quer dizer. Somos resilientes. E por isso tenho prazer em ser mulher e caminho de cabeça erguida.
Separados à nascença #2
9.2.09
Tenho amigos muito especiais...
9.2.09
Valsa con Bashir
8.2.09

Os desenhos são feios, mas os olhares dos personagens são assustadoramente reais.
Eis o filme israelita que arrasou Gomorra na corrida para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro e que toca numa das feridas do Médio Oriente, a guerra do Líbano.
Bem contado, bem explicado, boa abordagem, a cena final do filme provoca um silêncio pesado na sala do cinema, até que se ouve alguém sussurrar um "mamma mia" cheio de consternação.
Nota: este ano não me escapa nenhum filme importante! :)
Eis o filme israelita que arrasou Gomorra na corrida para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro e que toca numa das feridas do Médio Oriente, a guerra do Líbano.
Bem contado, bem explicado, boa abordagem, a cena final do filme provoca um silêncio pesado na sala do cinema, até que se ouve alguém sussurrar um "mamma mia" cheio de consternação.
Nota: este ano não me escapa nenhum filme importante! :)
Dia Não
7.2.09

Apesar da luta contínua, do esforço ininterrupto para sorrir e continuar a caminhar, hoje concedo-me ao luxo de ter um Dia Não.
Não estou bem.
Não estou feliz.
Não consigo prever um futuro colorido neste momento.
Não acredito que consiga superar o meu desgosto tão cedo.
Não tenho forças para me divertir.
Não tenho coragem de dizer à minha amiga Alessandra que hoje não me apetece ir jantar com ela nem ir ao cinema depois, por isso vou, mesmo se contrariada.
Não aguento mais a chuva de Milão, não suporto a chuva dos meus olhos.
Para quando um dia verdadeiramente SIM?
Não estou feliz.
Não consigo prever um futuro colorido neste momento.
Não acredito que consiga superar o meu desgosto tão cedo.
Não tenho forças para me divertir.
Não tenho coragem de dizer à minha amiga Alessandra que hoje não me apetece ir jantar com ela nem ir ao cinema depois, por isso vou, mesmo se contrariada.
Não aguento mais a chuva de Milão, não suporto a chuva dos meus olhos.
Para quando um dia verdadeiramente SIM?
O passado cor-de-rosa
5.2.09

Existe uma expressão muito interessante em inglês: "to see through rose-tinted glasses". Literalmente seria "ver através de lentes cor-de-rosa". Esta expressão sugere que em certos momentos temos a tendência de olhar para o nosso passado com uma visão romantizada do que era a nossa realidade.
Refiro-me mais precisamente às nossas relações amorosas passadas. Depois de um natural período de não-aceitação, de mágoa e até mesmo de raiva, normalmente vem a fase do "passado cor-de-rosa": "Ah, mas nós gostávamos tanto um do outro"..."Ah, tínhamos momentos tão divertidos os dois"... "E daquela vez que fomos até Ibiza, foi tão lindo, estávamos tão apaixonados"..."E quando dormíamos juntos...era sempre maravilhoso"..."Na verdade, as coisas não estavam assim tão mal"...
Arranjamos todos os tipos de desculpas mentais para poder negar ou contradizer o fim da nossa relação. Esquecemo-nos que na maior partes das vezes, se existe uma quebra, se existe uma ruptura, é porque não, a realidade não era cor-de-rosa. Acredito piamente que a maior parte das relações seja um quadro esquizofrenicamente colorido que muda de cores a cada 5 minutos, como um ficheiro .gif animado de uma pintura de Andy Warhol.
E um Andy Warhol esquizofrénico não é bom presságio, talvez um Picasso ou um Kandinsky - com as suas formas estranhas mas muito coloridas.
E a solução para deixar de pensar no nosso passado cor-de-rosa? Convencermo-nos, aceitarmos e admitirmos que a nossa ex-cara-metade, ou ex-metade da laranja, ou ex-tampa da nossa panela era um humano, com erros, com falhas, com traços que nos fizeram infeliz num determinado período de tempo e que nos livrámos disso.
É mais fácil esquecer um humano do que esquecer um herói.
Refiro-me mais precisamente às nossas relações amorosas passadas. Depois de um natural período de não-aceitação, de mágoa e até mesmo de raiva, normalmente vem a fase do "passado cor-de-rosa": "Ah, mas nós gostávamos tanto um do outro"..."Ah, tínhamos momentos tão divertidos os dois"... "E daquela vez que fomos até Ibiza, foi tão lindo, estávamos tão apaixonados"..."E quando dormíamos juntos...era sempre maravilhoso"..."Na verdade, as coisas não estavam assim tão mal"...
Arranjamos todos os tipos de desculpas mentais para poder negar ou contradizer o fim da nossa relação. Esquecemo-nos que na maior partes das vezes, se existe uma quebra, se existe uma ruptura, é porque não, a realidade não era cor-de-rosa. Acredito piamente que a maior parte das relações seja um quadro esquizofrenicamente colorido que muda de cores a cada 5 minutos, como um ficheiro .gif animado de uma pintura de Andy Warhol.
E um Andy Warhol esquizofrénico não é bom presságio, talvez um Picasso ou um Kandinsky - com as suas formas estranhas mas muito coloridas.
E a solução para deixar de pensar no nosso passado cor-de-rosa? Convencermo-nos, aceitarmos e admitirmos que a nossa ex-cara-metade, ou ex-metade da laranja, ou ex-tampa da nossa panela era um humano, com erros, com falhas, com traços que nos fizeram infeliz num determinado período de tempo e que nos livrámos disso.
É mais fácil esquecer um humano do que esquecer um herói.
The Reader
4.2.09

She didn't pack.
She never intended to leave
Acabei de ver o filme.
Apreciei-o muito porque não obedece a nenhum cliché. Houve várias cenas em que eu quis prever o que os personagens iriam dizer ou adivinhar o que iria acontecer e simplesmente não aconteceu. Trocou-me as voltas. Tudo. Tudo.
Desde o erotismo animal, à obsessão pela leitura, passando pelo comportamento doentio da brilhante personagem de Hanna Shmitz, eis um filme que não se digere facilmente mas nos aquece a alma.
Apreciei-o muito porque não obedece a nenhum cliché. Houve várias cenas em que eu quis prever o que os personagens iriam dizer ou adivinhar o que iria acontecer e simplesmente não aconteceu. Trocou-me as voltas. Tudo. Tudo.
Desde o erotismo animal, à obsessão pela leitura, passando pelo comportamento doentio da brilhante personagem de Hanna Shmitz, eis um filme que não se digere facilmente mas nos aquece a alma.
Somos um bocado cromos!
3.2.09

Ainda a propósito do Slumdog Millionaire...
...Ora, em Itália, na França, na Bélgica o prémio máximo é 1 milhão de euros
...em Inglaterra 1 milhão de libras...
...e em Portugal o prémio é 250 mil euros!!
Caso para dizer que em Portugal o programa deveria mudar o nome para:
QUEM QUER SER MAIS OU MENOS RICO?
...Ora, em Itália, na França, na Bélgica o prémio máximo é 1 milhão de euros
...em Inglaterra 1 milhão de libras...
...e em Portugal o prémio é 250 mil euros!!
Caso para dizer que em Portugal o programa deveria mudar o nome para:
QUEM QUER SER MAIS OU MENOS RICO?
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