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Eu

31.1.11
Interesso-me pelo Judaísmo. Pela história dos povos. Pelo cinema cult e pelo cinema popular. Pelas escolhas iniciais para um determinado papel no cinema, visto que 80% dos actores que aparecem num filme não foram a primeira escolha para aquele papel. Interesso-me por blogues de pessoas que escrevem bem. Interesso-me por críticas e por poder confrontá-las com a minha perspectiva. Interesso-me pelo mundo em que vivo e esforço-me por conhecê-lo um pouco melhor a cada ano que passa. Talvez daqui a 60 anos tenha conhecido o mundo inteiro. Interesso-me pelos homens: como pensam, como se comportam e tento tirar exemplos práticos para a minha vida, porque acredito que eles são mais felizes do que nós, mulheres. Interesso-me por mulheres elegantes, principalmente no espírito. Interesso-me pela música: quando ouço uma melodia que me arrepia os ouvidos e o coração, atinjo o cume da felicidade. Interesso-me por sabores: o chocolate, o pesto, o caril, o alho, o limão fazem-me sentir viva. Interesso-me pelos sorrisos: os que provoco nos outros e os que outros provocam em mim. Interesso-me pela tecnologia, pois este meu velho blackberry permite-me escrever este post enquanto estou no metro.

Lufada

30.1.11

Uma das coisas boas da vida é descobrir coisas novas a cada dia.
Estou completamente viciada nesta música. Ao ponto de ouvir 50 vezes por dia, como é meu hábito.

Down memory lane...

28.1.11

Capri - Junho de 2010

Sem Photoshop, sem Lightroom, sem máquinas XPTO. 
Apenas a beleza.

Nota: eu fui tirar esta fotografia dentro de água apesar de estar infestada de alforrecas.

Das boas acções

24.1.11
Hoje fui tomar o pequeno-almoço a um café diferente do habitual.
Apetecia-me um sumo de laranja natural (os nutricionistas dizem que é um crime para o corpo, mas pergunto-me como é que 2 ou 3 laranjas espremidas podem conter tanto açúcar e arruinar uma dieta) e um café. 
Entrei, pedi e sentei-me. Na mesa do lado estava um velhote dos seus 80 anos. Visivelmente debilitado, lia o seu jornal e ninguém deu por ele...até ao momento em que se preparou para se levantar. Fincou as mãos na mesa e colocou os pés juntos, preparando-se para dar impulso ao corpo e colocar-se de pé. Podia notar-se o esforço no rosto agora avermelhado do senhor e no azul baço dos olhos pequenos. Estendi a mão e perguntei-lhe se precisava de ajuda. Ele agarrou a minha mão e apoiou toda a força do corpo em mim para conseguir levantar-se da cadeira.
- Muito obrigada - balbuciou o senhor, já em pé.
Olhou para a minha mesa, apontou para o que eu estava a tomar e disse:
- Sou eu que pago o seu pequeno-almoço hoje.
Eu agradeci e ao meu bom modo algarvio disse-lhe:
- Que jeito, senhor! Muito obrigada mas não é preciso.
Passo a passo, afasta-se da mesa, coxeando e caminhando lentamente...Qual não é o meu espanto quando o vejo a passar para trás do balcão e a dizer às suas empregadas:
- Esta menina não volta a pagar nesta casa.
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Testing Lightroom

22.1.11
Original

Com 2 presets no Lightroom

Portimão no Inverno

22.1.11




Maria Filomena Mónica

22.1.11

Conheço-a há uns 10 anos, embora apenas ultimamente se tenha feito ouvir mais na imprensa.
A Maria Filomena Mónica é a minha figura intelectual portuguesa preferida. Ando a preparar-me para escrever algo sobre esta grande senhora há imenso tempo. Mas preciso de me documentar mais, preciso de ler mais, preciso de tentar chegar-lhe mais um bocadinho aos calcanhares. Só então sim, conseguirei articular qualquer coisa de eloquente que demonstre a minha admiração por ela.

Ipsis Verbis

21.1.11
Nunca cortei relações com ninguém, ou melhor, nunca cortei relações com alguém de quem me considerasse amiga. Por maiores que fossem as ofensas - e por vezes foram muito graves -, por mais violentas as discussões, depois de a fúria passar, sempre fui capaz de parar e pensar. 
Recapitular o que que passou e pesar as coisas, pondo num prato da balança o quanto gosto da pessoa, e a importância que tem para mim, e no outro o quanto me magoou. E de todas as vezes a balança acabou por pender para o lado da pessoa, porque afinal me incomoda mais estar zangada com alguém de quem gosto, do que a razão porque me zanguei. Porque a pessoa é mais importante, pesa mais, e não quero daqui a dez anos pensar nela com pena e arrependimento, sem me lembrar já porque nos zangámos, por não ter dado oportunidade a uma reaproximação. Talvez seja por isso que mantenho amizades tão longas e duradouras, resistentes, daquelas que estão lá de pedra e cal, no matter what. Sei que não é fácil, é preciso muitas vezes pôr o orgulho de parte, baixar a guarda e, sem artifícios, peito aberto, conversar longamente sobre o que aconteceu, resolver as diferenças, deitar para fora o que nos feriu para podermos recomeçar. Só que é curto o período em que isso é possível, pelo que o devemos aproveitar antes que se perca. Deixando passar demasiado tempo, cria-se uma distância que se torna intransponível, e a cada dia que passa mais difícil de estreitar. E que faz a diferença entre voltar a ser-se amigo, ou passar-se a conhecido. E ninguém quer ser conhecido de quem já se foi amigo.

(Luna nas suas Horas Perdidas)
Por estas e outras ela é a blogger mais saramaguiana que conheço. Aquela que nos dá murros no estômago em cada palavra.

Tudo o que precisas de saber sobre cinema

20.1.11


It's up to the audience to decide if it's entertainment, the critics to decide if it's good and ultimately for posterity to decide if it's art. 

(Robert de Niro, no seu discurso de agradecimento pelo Prémio Cecil B. DeMille no passado domingo)

Salvador Martinha - Missão Cumprida

20.1.11

Apelo a Salvador Martinha

18.1.11


Caro jovem Salvador Martinha,

Comprei 4 bilhetes para ir ao teu primeiro espectáculo de stand-up comedy a solo, a ter lugar amanhã no S. Jorge. Estou muito entusiasmada, porque já te vi ao vivo no espectáculo "O Bom, o Mau e o Vilão", onde colaboraste com o caríssimo Rui Sinel de Cordes, e fiquei tua fã.
Contigo, a gargalhada é fácil. A tua cara de rapaz ingénuo encanta-me perdidamente e dá vontade de te levar para casa e colocar-te na prateleira para poder rir a bandeiras despregadas a cada dois minutos. Não precisarias de falar sequer, pois a tua presença só por si teria capacidades para me animar. Não me venhas cá perguntar "Mas eu tenho cara de parvo, é?", porque não se trata de uma questão de aspecto físico. Trata-se de uma atitude e postura invisível, uma aura especial qualquer que só as pessoas com verdadeira graça possuem.

O meu apelo é o seguinte: amanhã tens de ter mesmo muita piada.

Explico melhor. Vou levar algumas pessoas comigo. Nenhuma dela jamais ouviu falar do Salvador Martinha e eu encho-lhes os ouvidos há imensas semanas sobre ti. "Ah, tem muita graça."; "Vocês vão gostar muito, vão ver"; "Farto-me sempre de rir com ele". Portanto, criei muitas expectativas e tenho uma reputação a manter como pessoa de bom gosto, como podes deduzir. Dois dos meus acompanhantes, um espanhol e uma leiriense, são uma verdadeira "tough crowd". Aliás, não sei como ainda somos amigos: temos gostos opostos em tudo. Eles querem esconder-se debaixo da mesa quando lhes digo que a Lady Gaga é melhor do que a Madonna. Eles gritam e quase me batem quando lhes digo que estou ansiosa para ver os Coldplay ao Optimus Alive. E riem-se de mim quando lhes digo que o Nicolas Cage é um dos melhores actores da sua geração, apesar de fazer muitos filmes de merda ultimamente.

Não é para te pôr mais pressão em cima, se é que tens alguma, mas a nossa amizade não vai sobreviver caso eles não te achem piada. Como acredito que a linguagem do humor é universal e une as pessoas, estou a contar com a noite de amanhã, para que os meus amigos-de-gostos-difíceis no final me possam dizer:

- Rafaela, tens um gosto extraordinário: adorámos o Salvador.

Obrigada e um bem-haja!
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Phillip Mills, estás lixado comigo

17.1.11
 Esta gaja está a rir-se do quê?


Num aborrecido dia do já distante ano de 1991, o senhor Phillip Mills não estava muito bem disposto. 
Pensou, com uma mão apoiada sobre o queixo e coçando a testa com a outra mão: 
Como será que vou lixar a vida a homens e mulheres em 50 minutos e conseguir que eles ainda me paguem?
Pensou, pensou, pensou. E depois fez-se luz:
- Já sei! Vou inventar o Body Pump!

E pronto, 20 anos depois, conseguiu a proeza de nocautear a Rafaela, de forma a que ela não se mexesse durante 2 dias. Amigo Phillip, se me estás a ouvir, presta bem atenção ao que te vou dizer:
- Se te apanho na rua, dou-te um enxerto de porrada!
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Fast Love - ou como um só título dá outro post completamente diferente

14.1.11

De facto e, como dizia o querido ZEP na caixa de comentários do post anterior, a canção Fast Love pouco tem que ver com os intervalos entre relações. Ou os períodos de luto, digamos assim. Mas gosto muito do termo "Fast Love" porque me recorda Fast Food e de facto estamos na era de tudo-o-que-seja-fast, seja supérfluo, pouco nutritivo e pouco satisfatório. O que importa é que seja rápido.
Na sua canção, George Michael identifica-se como um homem que não tem interesse em relações sérias. Não quer envolver-se, não se quer apaixonar por ninguém. Mas quer a carne e tem direito a ela, pelo que convida alguém que esteja na mesma linha harmónica do que ele, a entrar no jogo. Ele mesmo refere que teve uns azares no passado, por isso tudo o que procura agora é uma forma de se divertir, sem envolvimento emocional.
 E este é um problema que vejo diariamente: muito raramente afinamos pelo mesmo diapasão. Quando queremos uma coisa séria, ele só quer uma noite de luxúria. Quando somos nós a desejar uns momentos de loucura, é ele a sugerir "Não seria bom haver algo mais?".
Costumo dizer em brincadeira que deveria ter sido mais promíscua durante a minha adolescência/juventude. Acho que teria aprendido muito mais sobre como trabalha a mente dos homens, sobre como funcionam os jogos de poder entre os dois sexos e sobre as relações, em geral. Talvez também sobre a vida até.

Fast Love

13.1.11

O conceito não é novo. 
Há quinze anos o George Michael já falava do tema.
Hoje, mais actual do que nunca, continua a espantar-me a facilidade com que as pessoas seguem em frente. Sim, está certo que atrás vem gente, mas não deveria haver pressa. Ninguém nos atropela, pois não?
Já não existem desgostos de amor de caixão à cova. Já ninguém perde o apetite. Já ninguém fica em casa com vontade de chorar e comer Häagen-Dazs até enjoar. E, se porventura, alguém padecer de algum destes sintomas, uma semana mais tarde está já pronto para outra. Literalmente.
Não é a capacidade de resiliência que me incomoda. É, sim, a habilidade para esquecer um grande amor e esquecer anos de vida em conjunto e de se entregar, num abrir e fechar de olhos, a uma nova pessoa. Sem passar pelo período de luto. Sem andar barbudo, sujo e descalço, como dizia a canção angolana.
Por isso não. Nunca deixarei de ficar de boca aberta quando uma amiga que acaba um namoro de anos com a sua (até ali) alma gémea e uma semana depois me conta que tem um novo namorado.

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Conclusões Blogosféricas

12.1.11
...é curioso ver que os autores que afirmam com um certo ar pavoneante que "tenho uma vida para além do blogue" são aqueles precisamente que, em algum momento do seu passado, fizeram do blogue a sua vida.

Best of Rafa, the blogger

12.1.11


Estava aqui a pensar que já tive momentos muito interessantes aqui neste blogue.
Em tom de retrospectiva, aqui vão alguns dos meus melhores posts, organizados por temas:


Amores e Desamores

 








Odisseando por aí







Pessoas Especiais







Pergunta do Dia

12.1.11
Sair com um homem com mais 20 anos do que nós. Why not?

Segredo de Estado

10.1.11
Já vos contei que o André Sampaio um dia flirtou comigo em pleno Bairro Alto?
Tenho a dizer-vos que ao vivo é bem mais giro e interessante do que nas revistas. 

Hoje ri-me sozinha #1

10.1.11


Ontem fui passear ao Parque das Nações depois do pequeno-almoço. 
O caminho estava cheio de água. Em vez de voltar para trás, como vi fazer muitos dos que por ali passeavam, fui pela berma de paralelepípedos tortos e instáveis, qual artista de corda bamba. E lá fiz aquele percurso todo, com o jornal na mão e os braços muito abertos numa tentativa louca de me equilibrar. Enquanto me concentrava naquela acrobacia, comecei a rir-me imaginando que alguém me observava escondido. O meu coração acelerou e a adrenalina aumentou. Passados uns segundos cheguei ao outro lado, sã e seca. E fiz a minha acção de criança do dia.
Eis um dos meus objectivos para 2011: ser um bocadinho criança todos os dias, nem que seja por 30 segundos.

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Continuo a preferir a vida real

7.1.11
Ontem foi uma noite particularmente agradável.
Conheci pessoalmente a menina Luna. À hora combinada, estava ela à frente da livraria a acenar ao longe e lá fui eu ao seu encontro aos pulinhos histéricos de excitação.
Rimos muito, babámo-nos à frente do Ricardo Araújo Pereira (ela desmentirá veementemente, se lhe perguntarem), comemos comida indiana e conversámos muito, como se tivéssemos tido um passado inteiro em comum. De assuntos sérios e coisas engraçadas, que é como se quer. Não foi nenhuma surpresa para mim a pessoa afável, engraçada, inteligente e de gargalhada fácil que demonstrou ser. Mas é tão bom conhecer na vida real alguém que admiramos na vida virtual há tanto tempo.

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Decisões para 2011

6.1.11
Retomar as aulas de viola, mesmo sendo na Ajuda e eu morando no Oriente. Tirar a carta de condução. Não ficar dois dias seguidos sem treinar, dando mais uso ao cartão do Holmes Place. Tirar o curso de fotografia no MEF. Andar menos de táxi. Ir a Israel em Maio. Ir a Angola em Setembro. Ir ao Rio de Janeiro em Dezembro. Não chorar no meio da rua quando tiver conhecimento do IRS que tenho a pagar, porque tudo se resolve sempre. Ler 1 livro por mês, em comparação aos 0 livros que li no ano passado. Ler Gonçalo M. Tavares, James Joyce e José Saramago. Fazer directa para ver os Óscares e convidar algum amigo cinéfilo e maluco o suficiente para o fazer comigo. Antes disso, ver todos os filmes nomeados. Decidir que rumo seguir na minha vida profissional. Ser mais paciente. Ligar mais aos amigos (aos verdadeiros claro). Ir aos Açores, nem que seja num fim-de-semana. Ser mais positiva. Comer menos chocolates e hidratos de carbono. Tentar dormir mais do que 5 horas por noite. Não ter a mania da perseguição. Tirar um curso de jornalismo digital no CENJOR. Importar-me menos com o que os outros pensam de mim. Sofrer menos com isso também. Ser mais feliz, assim em geral.

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Malangatana

5.1.11
Ao ler uma segunda vez o texto anterior, percebi que fui algo indelicada para com este acontecimento que marcou o dia: o desaparecimento* de um grande artista e a alma de Moçambique.

É bonito e emocionante ver a comunidade lusófona chorar o falecimento de um artista que reunia consenso relativamente à sua pessoa e ao seu talento. Fica então aqui a minha homenagem ao grande Malangatana.



* Desaparecimento é uma palavra que nunca pode ser aplicada à comunidade artística e intelectual, pois o seu legado permanece eternamente.

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Amuos com a RTP

5.1.11
Estou chateada com a RTP. Muito chateada. Aqueles tansos causaram-me momentos de tristeza e de tensão de forma desnecessária. Vou então relatar os factos.

Hoje às 13h00, ao chegar ao restaurante habitual para o meu almoço, olho para a televisão junto ao tecto e leio a seguinte mensagem no rodapé:

Mia Couto: Perdeu-se um embaixador da Cultura

O meu coração deixa de bater durante uns segundos. Fiquei lívida. Começo à procura dos telemóveis, do Blackberry para avisar os amigos mais próximos. Não tinha trazido nenhum dos dois. Ó meu Deus ,tenho de avisar já à Tina que ela está em viagem e não deve saber. Como é que isto pôde acontecer? Ele era tão novo. E o meu pai, tenho de lhe escrever também. Ofereci-lhe tantos livros do Mia Couto nos últimos tempos... Sentia-me tão frustrada com esta realidade que é perder figuras importantes da cultura da nossa geração. O meu coração acelerado com as emoções, dá ordem ao cérebro e ao estômago para não comer. O almoço ficou abandonado no prato. Eis que volto a olhar para o ecrã e vejo outra nota de rodapé:

Manuel Alegre: Desapareceu um grande amigo

A gota d'água acontece quando numa dessas notas de rodapé leio que Moçambique fica mais pobre. Passo uma autêntica meia-hora em estado de terror, pensando como poderia prestar homenagem ao Mia Couto no blog. Afinal de contas, o termo "Odisseando" é inspirado no livro "Cronicando" do autor moçambicano. Adoro-o. Ajudou-me a ver África de uma forma original, tocante e artística. Aprecio e admiro a forma como inventa palavras e a perco-me na musicalidade da sua escrita.

Mais tarde as mensagens de rodapé repetiram-se e vi então a primeira de todas (que dava o contexto a todo o rol de mensagens seguintes):

Faleceu Malangatana, o artista moçambicano

Pois...a RTP esqueceu-se que estava a citar o Mia Couto e o Manuel Alegre e que, por esse motivo, deveria ter colocado aspas antes das mensagens de condolências, sob pena de o espectador incorrer no erro de achar que se referia ao nome que antecedia os dois pontos.

A minha questão é: qual a dificuldade de colocar as aspas no sítio correcto? Seria tão difícil escrever:

Mia Couto: «Perdeu-se um embaixador da Cultura»


Nota: Não quero com isto obviamente menosprezar o falecimento de Malangatana. Sem dúvida que é uma enorme perda para África e para o mundo em geral. Mas Malangatana não mudou a minha vida nem me faria perder o apetite. O Mia Couto sim. 

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Primeira Resolução do Ano Cumprida

3.1.11
Hoje fui ao Pingo Doce e de lá trouxe um X-acto, Super Cola 3 e uma borracha escolar. Cheguei a casa com o entusiasmo de um menino que ganhou um G.I. Joe. Sentei-me na cama, abri o X-acto (embora este tenha aberto para o lado errado e me tenha perfurado a pele da mão, mas não me importei porque estava contente), cortei a borracha na forma de uma lentilha, e colei-a na pequena ranhura em forma de círculo na base do computador. Esfreguei várias vezes para alisar a borracha e pousei o portátil em cima da secretária. 
Dei-lhe um pequeno empurrão com a mão, dois empurrões, três empurrões. Ele manteve-se quieto no seu lugar.
Pronto. Missão cumprida. Hoje à noite já vou conseguir dormir.

Para compreender este post, clique aqui.

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