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Limito-me a copiar o meu status do Facebook

30.6.11
Desculpem a preguiça de escrever um post específico, mas a preguiça é muita.



By the way, I'm on holidays. 
All I wish for is some time to sleep, swimming in the sea, going to Tavira and spend a whole night talking and laughing with one of my dearest friends, eating snails, drinking beer, going to the movies, reading lots of gossip magazines and finding out what happened to Elsa Raposo, having some nice moments with my family, forgetting about the blog, blackberry and facebook and having fun! 
God, I really needed this!

Pessoal, volto para a semana.

Razão n.º1 para ter um homem na minha vida

22.6.11

Começo a pensar que talvez precise de um homem na minha vida, quando vou à garagem buscar a minha bicicleta, vejo que os dois pneus estão em baixo e a primeira coisa que faço é ir ao Google e pesquisar: 


O trabalho e as lições de vida

18.6.11
Tendo em consideração que o trabalho nos ocupa praticamente metade dos nossos dias e das nossas vidas, é normal que algumas das lições mais importantes que aprendemos sejam relacionadas com os nossos empregos.
Há 3 anos quando trabalhava numa empresa em Milão que tinha acabado de se expandir para o Brasil, fizeram-me uma proposta de abandonar a sede italiana e ir para São Paulo fazer parte da start-up de lá. O salário seria basicamente o mesmo e não contavam em dar-me um relocation package sequer, como tinham oferecido no ano anterior a outros italianos que tinham ido para o Brasil. A teoria da chefia para não me darem nenhuma espécie de recompensa monetária era porque eu estava em Milão por minha vontade e pagava uma renda de uma casa ali, portanto, para mim seria "igual" ir para São Paulo e fazer o mesmo lá, sustentando os meus gastos e a minha vida tal como o fazia em Itália. No final da argumentação, o meu manager rematou com um "é uma oportunidade fantástica, há comboios que só passam uma vez".
Em conversa com um colega mais experiente, este comentou:

Em qualquer lugar no mundo, não há nenhum comboio que só passe uma vez. Se ficares na estação e estiveres preparada para partir, passado algum tempo certamente aparecerá outro comboio. Sempre.

Na altura, recusei a oferta e continuei no escritório de Milão, pois havia muitas coisas que me prendiam à cidade e a proposta era longe de ser irrecusável.
No entanto, foi, de facto, uma grande lição: os comboios passam sempre mais do que uma vez.

O html e a esquizofrenia

16.6.11
Quem anda um bocado atento a este espaço já viu vários templates diferentes a bailar por aqui nos últimos dias. Pois, não me consigo decidir por nenhum. Queria uma coisa alegre, algo que implicasse odissear, viajar, passear, descobrir, o conceito de aventurar-se. Mas também quero um template largo para poder publicar fotografias na resolução que me apetecer. Enquanto não encontrar, fico-me por este template minimalista e pouco elaborado, o que condiz com o meu estado de espírito actual.
Entrem e estejam à vontade, esforçar-me-ei para que o conteúdo seja o mesmo.

Os Santos vistos por um estrangeiro

15.6.11
http://www.flickr.com/photos/alatryste/sets/72157626827317019/
Para ver as fotografias, cliquem aqui

Acredito que um estrangeiro consegue ter um olhar mais certeiro sobre tradições de um outro país. Apesar de eu não ser lisboeta, para mim sempre foi algo normal festejar a época dos Santos, de comprar manjericos, de saltar a fogueira, de comer sardinhas e de estar bem-disposta por nenhuma (outra) razão aparente.
O Alatryste, o meu amigo espanhol, fotógrafo, que mora em Lisboa há pouco mais de um ano tirou algumas fotografias fabulosas (nomeadamente a do animal estranho no post anterior que se dá pelo nome de Rafaela) e descreveu os Santos como um casamento gigante, em que facilmente todos se agarram ao próximo para fazer um comboio, em que todos se metem com todos, em que existe uma sensação de felicidade permanente no ar. Bolas, e a felicidade é tão boa....
Portanto, vejam as fotografias de domingo à noite...e vibrem um pouco com a nossa festa junina!

Os Santos são isto!

15.6.11

Separadas à nascença #6

3.6.11

Catherine Deneuve nos seus tempos áureos


 e a Kate Walsh (Dr. Montgomery da Anatomia de Grey)


Sei que têm 20 anos de diferença por isso a questão da separação à nascença não se coloca...mas serão mãe e filha sem o saber?

Pronto, o meu objectivo de vida está cumprido

1.6.11


Já vos disse que desde os 15 anos que tenho um amor platónico pela figura intelectual do Edson Athayde?
Pois é...12 anos depois, ele segue o meu Twitter fantasma. 
Meus caros, the sky is the limit, é o que vos digo.

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